Vacina contra o diabetes promete curar definitivamente a doença

Os portadores da diabete já estão comemorando devido ao anúncio oficial da vacina que pretende curar definitivamente a doença que atinge milhões de pessoas no mundo. Estima-se que todas as pessoas portadoras da doença serão beneficiadas no mundo inteiro com essa novidade.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o Brasil possui mais de 14 milhões de pessoas com diabetes e metade dessas pessoas não fazem a menor ideia de que tem o problema. Acredita-se que mais de 130 mil pessoas morrem anualmente devido ao diabetes no Brasil.

Testes da vacina

O instituto FDA (Food and Drug Administration) autorizou os testes em 150 adultos portadores da doença em estágio avançado. Em 19 de março deste ano foi feito o anúncio da aprovação da vacina, na qual recebeu o nome oficial de bacilo calmetee-Guerin (BCG).

Grandes especialistas na área se empenharam ao máximo para o sucesso da vacina, mas a principal responsável pelo estudo foi a Dra. Denise Faustman, do Laboratório de Imunobiologia do Hospital Geral de Massachusetts, que também foi a responsável por fazer o comunicado à sociedade em Boston.

A vacina tem o objetivo de aumentar de forma temporária, uma substância denominada de TNF (Fator Necrose Tumoral), e é exatamente os níveis elevados dessa substância que fazem com que o sangue seja eliminado, exatamente aquelas células que tem o poder de prejudicar aqueles que são portadores do diabetes tipo 1.

A equipe envolvida nessa pesquisa conseguiu através do estudo realizado concluir que, o uso de duas injeções de BCG que foram administradas aos 150 pacientes citados anteriormente, com um intervalo de 4 semanas, conseguiram acabar temporariamente com as células que ocasionam o Diabetes.

A equipe da Dra. Denise pretende efetuar um estudo mais detalhado ao longo do ano. Ela antecipou revelando que o processo será praticamente o mesmo, porém, nesse novo processo a duração será de 4 anos.

A Dra. acredita que esse tipo de estudo já está em um estágio bem avançado, porém sua equipe avaliou que o ideal seria realizar os testes em um grupo maior de pessoas, para que assim eles pudessem concluir com muito mais eficácia a vacina.