Operação Prato: Mais uma história de OVNIS no Brasil!

Operação Prato: Mais uma história de OVNIS no Brasil!

São questões que claramente poderiam render um filme. Mas estes são relatos de casos reais que foram documentados aqui mesmo em solo tupiniquim.

Você provavelmente conhece a história mais famosa, do ET de Varginha, certo? Mas você sabia que essa não é nem de longe a única história de OVNIS no Brasil?

Continue lendo para conhecer a Operação Prato. Com certeza você vai se assustar com essa grande história de OVNIS no Brasil!

Conheça a Operação Prato: Uma história de OVNIS no Brasil!

Um dos mais emblemáticos casos foi a Operação Prato, codinome militar para a investigação. O foco da Operação Prato foi uma série de eventos anormais nas cidades de Colares, Vigia e Santo Antônio do Tauá. A operação produziu documentação de peso, completamente certificada pela Força Aérea Brasileira.

A Operação Prato se iniciou em 1977. Neste ano se intaurou uma investigação guiada pelos militares brasileiros sobre fenômenos hoje conhecidos como OVNIs. (Objetos Voadores Não Identificados)

A população da cidade de Colares, o então centro dos acontecimentos, era uma população humilde e sem muita instrução. Entretanto, hoje as teorias da conspiração suspeitam que o que essa população avistou foi uma série de aparições de OVNIS!

O Início de toda a História

O que se sabe hoje, é que estranhas luzes apareciam no céu noturno de Colares. Essas luzes emitiam um feixe que marcava a região peitoral das pessoas atingidas, repetindo sempre o mesmo padrão.

Por mais que diversas autoridades tenham presenciado os fenômenos, pouca documentação chegou ao público, de fato.

Com a população de Colares sem entender o que estava ocorrendo, diversos cidadãos arremessavam objetos e disparavam fogos de artifício em direção às luzes.

Os prefeitos das cidades próximas resolveram acionar a força aérea da região que, inicialmente não deu ouvidos, mas resolveu enviar uma tropa para averiguar a situação.

Entre os meses de setembro e outubro de 1977, nada realmente aconteceu.

As forças militares acreditavam que poderia se tratar de alguma histeria coletiva, já que a população era subnutrida, de pouca instrução, e muito crente no sobrenatural. Entretanto, a partir de novembro a atividade nos céus de Colares começou a se intensificar.

As autoridades demoraram para tomar atitude

Com os militares brasileiros obtendo provas físicas e documentando o caso, o grande alarme atingiu a atenção de outras autoridades. Inúmeras fotos, vídeos e documentos foram obtidos durante a ocorrência dos inexplicáveis eventos.

Não apenas a população estava acompanhando o acontecimento, agora, pessoas do alto escalão militar como o Capitão Uyrangê Hollanda, responsável pela investigação, estavam como provas oculares do ocorrido.

Mas em determinado nível de obtenção de dados, o Capitão foi impedido de prosseguir com seu pelotão, e forças norte-americanas encabeçaram a investigação.

O desfecho de toda história

Uma grande parte dos arquivos da força aérea brasileira ficaram em poderes do governo norte-americano, e as autoridades brasileiras buscaram ofuscar toda a operação, sem sucesso, embora. A principal suspeita é que os americanos levaram as evidências para a Área 51, famosa por sua relação com as conspirações de OVNIS.

Após um longo período com diversos ufólogos buscando arquivos sobre a operação, o Capitão Uyrangê Hollanda resolve fazer um pronunciamento.

Ao contar sobre sua experiência, sobre o que viu durante os eventos, e como as forças norte-americanas intervieram, Hollanda se mostrou frustrado pelo afastamento dos militares brasileiros, e pela “queima de arquivo” que o governo tentou realizar.

Atestou a existência de diversos vídeos e fotos, e poucos meses depois de divulgar tudo o que sabia, o Capitão foi encontrado enforcado em casa. Ufólogos do Brasil criaram teorias conspiratórias sobre essa estranha morte.

Contudo, até hoje não há evidências contundentes de acesso ao público.

Se você gostou desse texto, também vai gostar de ver essas imagens reais de aparições de OVNIS!

Autor do Texto: Guilherme Vieira. LinkedIn