Por que sentimos arrepios e calafrios quando estamos com medo?

arrepios

Isso ocorre pela mesma razão em que os gatos se arrepiam quando se sentem ameaçados. Você já reparou que quando um cachorro passa perto de um gato ele parece que inflama? Pois bem, quando eles se sentem em perigo a ideia é a de que eles aparentem ser maiores do que são realmente, isso tudo para inibir o possível predador. Mas, nós seres humanos não dispomos de tantos pêlos quanto os gatos, mas os arrepios são resquícios de quando éramos peludos.

Os arrepios começaram como uma resposta ao frio, por exemplo, quando o cabelo fica em pé é criado uma camada isolante ao redor do corpo, pois há milhões de anos os nossos antepassados provavelmente teriam se assustado com um suposto predador e os cabelos arrepiados acabaram se tornando um importante mecanismo de defesa. A herança dessa resposta fisiológica explica porque o medo está relacionado com o frio.

susto

Calafrios também surgem quando sentimos qualquer tipo de surpresa ou emoção intensa, como uma música que gostamos muito, uma mudança no volume e até mesmo quando aquele adorado cantor começa a cantar, mas os calafrios não ocorrem somente nesses momentos de alegrias, ocorrem também em circunstâncias tristes.

Os arrepios podem acontecer diversas vezes quando estamos escutando aquela música favorita, pois o cérebro tem o poder de suportar milhares de falsos alarmes para nos proteger de uma ocasião em que o alarme seja real.

Tem também aqueles arrepios de medo, pavor ou susto. Você por acaso já sentiu arrepio ao sentir que algo teria passado por você? Com certeza milhões de pessoas já tiveram essa sensação. Mas isso é somente uma sensação em que o corpo reage a esse possível medo.

Quando estamos assistindo aqueles filmes de terror que são assustadores, nosso cérebro entra em atividade do tipo: – Que susto! Mas na verdade ele sabe que estamos seguros, e nos dão esses falsos alarmes que podem ser prazerosos. A parte consciente do cérebro na verdade diz que está tudo bem, que não devemos temer a nada.

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