As 7 doenças que mais matam no mundo

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Conheçam as doenças que mais matam no mundo

As principais causas de morte no mundo são as doenças cardiovasculares, que levam milhões de pessoas ao ano à óbito seguida das doenças respiratórias. Porém, na maior parte dos países de baixa renda, as doenças de caráter respiratório ficam em primeiro lugar, de acordo com dados publicados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

1. Doença da artéria coronária ou doença cardíaca isquémica

Essa doença acontece quando há um estreitamento dos vasos sanguíneos que transportam o sangue para o coração. Todos os anos em todo o mundo cerca de 7,5 milhões de pessoas morrem dessa doença, chegando a representar cerca de mais de 13% das mortes que ocorrem em todo o mundo. Há mais de 2 milhões de casos no Brasil, juntamente com outras doenças cardíacas são a principal causa de morte no mundo.

A causa mais comum é o acúmulo de placas de ateroma. Isso faz com que as artérias coronárias se constrinjam, limitando o fluxo de sangue para o coração. A aterosclerose coronariana pode variar desde a ausência de sintomas até dores no peito e ataque cardíaco. Os tratamentos incluem mudanças radicais no estilo de vida, alimentação, medicamentos, angioplastia e cirurgia.

2. Acidente Vascular Cerebral (AVC)

AVC pode ser isquêmico ou hemorrágico. É uma doença de início súbito na qual o paciente pode apresentar paralisação ou dificuldade de movimentação dos membros de um mesmo lado do corpo, dificuldade na fala ou articulação das palavras e déficit visual súbito de uma parte do campo visual. Pode ainda evoluir com coma e outros sinais. O primeiro envolve a diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro e o segundo uma hemorragia que é causada pela ruptura de um vaso cerebral. Segundo a OMS a cada ano morrem quase 7 milhões de pessoas de Acidente Vascular Cerebral. Se sobrevive, provavelmente terá sequelas. Hábitos saudáveis, podem ajudar a reduzir os riscos.

3. A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)

Mais de 3 milhões de pessoas morrem por ano de DPOC. Os principais sintomas dos pacientes são a limitação da entrada e saída do ar, mais conhecido como fluxo aéreo, principalmente na fase expiratória, a dispneia (falta de ar), a hiper insuflação dinâmica que leva ao encurtamento das fibras musculares do diafragma, fadiga muscular, insuficiência respiratória entre outros

Ocorre com mais frequência nos fumantes. Na maioria dos casos, é progressiva e irreversível. Bronquite crônica e enfisema são tipos de DPOC. A taxa da população afetada pela DPOC é muito elevada.

Os principais fatores desencadeadores da DPOC estão relacionados principalmente ao tabagismo, seguido de exposição passiva ao fumo, exposição à poeira por vários anos, poluição ambiental, e até fatores genéticos nos casos que se comprova a deficiência de enzimas relacionadas à destruição das estruturas dos pulmões.

4. Infecção respiratória aguda (IRA)

Ele também faz com que cerca de 3 milhões de pessoas morram por ano. Está relacionada a infecções respiratórias cuja evolução é inferior a 15 dias, mas, se eles se tornarem pneumonia, são responsáveis por um grande número de mortes. Gripe e bronquite estão classificadas nesse grupo. Tempo seco e exposição a poluição podem agravar o caso.

5. Câncer de traquéia, brônquios e pulmão

Mais de 1,5 milhões de pessoas morrem por ano de câncer, mais comum o de pulmão. Podem tem origem genética, e muitas vezes estão ligados ao tabagismo, poluição, fumaça tóxica, dentre outros.

6. HIV / AIDS

O HIV ataca o sistema imunológico de pessoas e pode causar AIDS. A AIDS faz cerca de 1,5 milhões de vítimas por ano em todo o mundo. Em algumas partes do mundo, especialmente na África, há um elevado índice de infectados por dia.

7. Doenças diarreicas

Doenças diarreicas causam perda de água e sais, o que causa a desidratação. Às principais vítimas dessa doença são crianças da África e do Sul da Ásia, a maioria com menos de 5 anos de idade. Segundo a OMS, higiene e saneamento básico melhora a qualidade de vida. OMS alerta que muitas dessas doenças poderiam ter a mortalidade reduzida com hábitos mais saudáveis, melhor higiene e melhores condições ambientais.