Os 10 reis mais loucos da história

Conheça nessa lista de histórias bizarras sobre os reis e seus reinados. As loucuras cometidas por esses reis na época são extremamente esquisitas. Veja quais são elas.

1. Nabonidus (6 a.C) – Babilônia

Levou sua poderá civilização ao fundo do poço a poderosa civilização, que teve seu auge entre os séculos 18 a.C. e 6 a.C.

Esse rei era tão maluco, que achava que era um bode e saía de quatro comendo grama, segundo Trechos dos Pergaminhos do Mar Morto.

Quem administrava o reino era seu filho, pois ele vivia escondido num oásis na Arábia.

Desprezou o culto a Marduk, o Deus mais popular da Babilônia e construiu um templo para si próprio, onde as cerimônias eram comandadas por duas sacerdotisas: sua mãe e sua irmã.

Na verdade, esse era um rei bem folgado e pelo visto não era chegado no trabalho.

2. Frederico I (1657-1713) – Prússia

Frederico I era tão maluco e obsessivo que chegou a criar regras que foram publicadas no Código dos Funcionários Públicos do reino, composto de 35 capítulos e 297 parágrafos de regras rígidas de comportamento. Um dos códigos esquisitos era de que os funcionários teriam que ser acordados exatamente às 6 da manhã ao som de canhões.

A França quase declarou guerra à Prússia após Frederico mandar sequestrar franceses altos para compor a sua guarda pessoal.

A sua guarda imperial, era formada só por homens que tivessem acima de 1,80m de altura.

3. Vlad III (1431-1476) – Valáquia (Romênia)

Nobres revoltosos pegaram o seu irmão mais velho e com um ferro quente, o cegaram e o enterraram vivo, isso antes de Vlad III assumir o trono. Mas por ódio e questão de vingança, Vlad III se vingou desse povo mandando empalar todos aqueles nobres que participaram das atrocidades com sua família, não poupou nem as crianças, isso logo após assumir o posto.

Em 1462, os otomanos resolveram invadir o reino de Vlad, mas para espantá-los ele mandou empalar 20 mil soldados e foi expondo pelo caminho. O conquistador otomano Mehmet II com medo, resolveu dar meia-volta.

Bram Stocker inspirou-se em Vlad III para criar o seu personagem Drácula.

4. Mustafá I (1592-1639) – Império Otomano

Mustafá ficou 14 anos preso em uma ala sem janelas do palácio real para evitar uma disputa pelo trono enquanto seu irmão governava. Mas quando o seu irmão morreu, assumiu o poder e nomeou dois servos como governadores.

Mustafá tinha um humor negro, pois ele achava divertido jogar o tesouro real pela janela do Palácio e ver o povo se matando para pegar as moedas.

Ele foi preso novamente por uma conspiração que tomou o poder, permanecendo detido por mais 16 anos, até morrer.

5. Nadir Shah (1688-1747) – Pérsia (Irã)

Nadir foi um vitorioso general que depôs o rei para assumir o poder.

Nadir chegou a sofrer uma tentativa de assassinato, e desconfiou que esse ataque teria vindo de seu filho. Então, Nadir reuniu os nobres no palácio e cegou o filho na frente deles. Daí em diante começaram a aparecer conspirações por toda parte.

Em todas as localidades que acampava, reunia a nobreza e torturava para que confessassem as conspirações.

Quando não obtinha confissões matava e amontoava as cabeças dos mortos em praça pública, mas acabou assassinado pela nobreza, que preferiu matá-lo antes que ele matasse a todos.

6. Ivan, o Terrível (1530-1584) – Rússia

Ivan era uma criança esquisita desde pequeno, pois ele se divertia matando cães e gatos e os atirando das muralhas do Kremlin, nos transeuntes.

Quando cresceu, ficou mais louco ainda, porque ao ver sua mulher morrer acreditou que ela teria sido envenenada e passou a matar nobres russos.

Ele vivia achando que as pessoas conspiravam contra ele. Quando ele suspeitou de seu tesoureiro, simplesmente o cozinhou. Um dia, Ivan espancou sua nora porque não gostou das roupas dela. Seu único herdeiro saiu em defesa da esposa e Ivan o matou a cacetadas com o cetro que carregava.

Mas depois das várias crueldades executadas ele se penitenciava batendo a cabeça no chão. Estranho, não é mesmo?

7. George III (1760-1820) – Inglaterra

Aos 50 anos George III começou a ter violentos delírios e tirava as roupas em qualquer lugar.

Nos últimos momentos de vida, conversou sozinho durante 58 horas até morrer.

Tinha o hábito de conversar com as árvores do bosque do palácio, pensando que elas eram outros reis.

8. Gian de Médici (1671-1737) – Florença

Era uma pessoa depressiva, ficava meses sem sair da cama. Gian chegou a se casar, mas não durou praticamente nada.

Após sua separação, assumiu a sua homossexualidade e manteve um harém de cerca de 400 jovens para servi-lo sexualmente. Os mesmos eram mantidos no estábulo do palácio, pois ele os imaginava como se fossem cavalos.

9. Carlos VI, o Louco (1368-1422) – França

Com o aposto de Louco, Carlos manteve a tradição familiar: seus ascendentes foram Clovis II, o Inútil, e Childerico III, o Idiota.

Carlos VI tinha dores de cabeças horríveis, além de acessos de fúria.

Aos 24 anos, matou quatro servos durante uma crise. Para aliviar a pressão que sentia na cabeça, os médicos reais decidiram furar o seu crânio, porém a dor não passou e ele mandou matá-los.

Em 1405, Carlos decidiu que não tomaria mais banho e proibiu as pessoas de o tocarem, porque acreditava que seu corpo era de vidro e poderia quebrar.

10. Ibrahim I, o Louco (1616-1648) – Império Otomano

Levava uma vida de luxos e orgias, e uma bizarra afeição sexual por suas vacas.

Mandou seccionar a vagina de uma vaca e enviou emissários pelo Império com a missão de encontrar mulheres cujas vaginas se parecessem com a de uma vaca.

Após longas buscas a vencedora foi Sechir Para: uma mulher de 150 quilos, que passou a viver no palácio, e gozava da confiança do imperador.

Sechir Para, com o intuito de renovar o harém, contou ao imperador que uma das suas 280 concubinas o havia traído.

Como ela não lhe disse o nome, Ibrahim mandou pôr as 280 mulheres em sacos cheios de pedras e jogá-las no mar.

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